“é preciso ser leve como um pássaro, e não como uma pluma.”
A leveza da pluma é incerta.
Sejamos pássaros, viajantes, mesmo que errantes.
Ser estrangeiro sem raízes, ser outro até se perder e se achar novamente, mergulhar no novo sem culpa do que ficou para trás.
Ser livre... livre de culpas, livre de màs lembraças, de medos, livre para amar, demonstrar...
Leve, leve, livre!
